segunda-feira, 16 de maio de 2011

Reforço, Giba vai precisar convencer a torcida para manter a camisa 7

Nunca usado por jogadores do Florianópolis, número é marca dos torcedores catarinenses. Ponteiro, no entanto, garante: 'Eu convenço, pode deixar'

Por onde passou, Giba sempre carregou o número 7 nas costas. Espécie de marca registrada durante toda a sua carreira, a camisa do jogador virou referência de conquistas e vitórias. Reforço do Florianópolis para a temporada, o ponteiro, porém, vai precisar convencer uma legião de torcedores para não precisar mudar de hábito. Afinal, a camisa 7 nunca esteve em quadra pelo time catarinense, apenas nas arquibancadas.

Da esq. para a dir.: Pacheco, Eder, Giba, Bruninho, João Paulo e Gustavo (Foto: Vipcomm)

Número da torcida do Florianópolis, o 7 nunca foi usado por jogadores do time. Como definiu Renan Dal Zotto, nome forte da equipe, é a marca da torcida, representando o sétimo atleta. Com a chegada de Giba, isso pode mudar.

- Meu nome foi criado junto com essa camisa. Não me vejo jogando com outro número. Vou ter de pedir a eles. Mas eu convenço, pode deixar – brincou Giba.

Para Renan, a torcida vai entender a importância do número para o reforço da equipe.

- Pode parecer brincadeira, mas é um problema. A torcida tem orgulho desse número. Vamos precisar fazer um trabalho de marketing para isso. Vai ser um projeto para a aceitação da mudança. Na minha opinião, ele merece. Mas vamos conversar – afirmou.

Outro reforço do Florianópolis para a temporada, Gustavo também acredita que a torcida vai aceitar a mudança. Mas diz que não vai ser fácil para o companheiro...

- Ele vai ter que convencer, né? Não vai ser fácil... – disse o central, rindo.

Fonte:Globo Esporte

quarta-feira, 27 de abril de 2011

"Meu ciclo na seleção se encerra em 2012", revela Giba



Oito vezes campeão da Liga Mundial de Vôlei, campeão das Olimpíadas de Atenas, em 2004, e tricampeão mundial, Giba, agora jogador do Florianopólis, confirmou na tarde desta quarta-feira (27) a data da sua última apresentação pela Seleção Brasileira.

Durante o treinamento do Brasil, onde os comandados de Bernardinho se preparam para estreia na Liga Mundial dia 27 de maio, no Centro de Treinamento da Confederação Brasileira de Vôlei, no Rio de Janeiro, o atleta revelou que, após os Jogos Olímpicos de 2012 em Londres, não vestirá mais as cores verde e amarela.

“Meu ciclo com a seleção brasileira se encerra no ano que vem, na Olimpíada. Comecei muito novo, em 95, e já são dezesseis anos de história. Pretendo me dedicar um pouco mais aos meus fihos e minha família, além de descansar um pouco. Quem sabe eu não volte, futuramente, e outras funções”, declarou.

Fonte:Bahia Notícias

segunda-feira, 28 de março de 2011

sábado, 19 de março de 2011

Londrinense Giba é homenageado pelo prefeito Barbosa Neto

Prefeito, além de homenagear Giba, fez questão de agradecer a comissão técnica e os jogadores pela campanha na SuperLiga Nacional de Vôlei

Após 10 anos sem visitar Londrina, o campeão e melhor jogador do mundo, o atacante da seleção brasileira de voleibol, Giba, voltou à sua terra natal e foi homenageado pelo prefeito Barbosa Neto.

O prefeito entregou um troféu que simbolizava uma bola de vôlei e continha os seguintes dizeres: “A luz e o brilho dos grandes atletas estão sempre presentes em cada jogada da vida esportiva e em cada gesto da vida pessoal. Muito obrigado por tudo o que fez pelo esporte no Brasil”.

A homenagem foi no Moringão, momentos antes do confronto entre o MM Limpeza Urbana/Sercomtel/Londrina e o Pinheiros/Sky, time de Giba, pela última rodada da fase de classificação da Superliga Nacional de Voleibol Masculino. O time da capital paulista, que se classificou para a fase do mata-mata, ganhou dos londrinenses por 3 sets 0 (parciais: 29/27, 25/19 e 25/22).

Ao receber o troféu, Giba disse estar bastante contente com o reconhecimento e que ficou feliz em ver que Londrina continuava bonita. Em entrevista à rádio Brasil Sul, após o jogo, disse que guardava na memória sua época de criança em Londrina, quando brincava de bola, entre outras peraltices. Giba começou praticar esportes no Canadá Country Club.



Gilberto Amauri Godoy Filho nasceu em Londrina, em 23 de dezembro de 1976. Em 2006, foi eleito o melhor jogador do mundo após o título do campeonato mundial, com a vitória sobre a Polônia por 3 sets a 0. É casado com a também jogadora de vôlei romena Cristina Pirv, com quem tem uma filha chamada Nicoll e um filho chamado Patrick.

O prefeito Barbosa Neto, além de homenagear Giba, ao final do jogo, fez questão de agradecer a comissão técnica e os jogadores pela campanha do MM Limpeza Urbana/Sercomtel/Londrina, que terminou em 9º lugar.

Fonte:Jornal União

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Giba e Cristina dão o apoio a elegante jantar beneficente



Solidário, o jogador de vôlei Giba (33), ao lado de sua Cristina Pirv (37), ajudou a arrecadar verba no jantar do Instituto Ronald McDonald em prol do Hospital do Câncer de Mato Grosso, no Espaço Rosa Rosarum, SP. "É bom ser o Giba por causa dessas ações", disse ele, na terceira pessoa. Giba e a mulher conheceram Carlos Gabriel (10), curado de um câncer, e confraternizaram com Woods Staton (59), presidente da Arcos Dourados América Latina, Edivânia Toledo (44), mãe do garoto, e Marcelo Rabach (39), presidente do McDonald's Brasil. Carlos foi ainda mimado por Francisco Neves (60), superintendente do instituto, e pela sempre elegante jornalista Ana Paula Padrão (44).

Fonte:Revista Caras

sábado, 1 de janeiro de 2011

Giba viveu um ano diferente em 2010

Gilberto Godoy Filho, o Giba de Curitiba, Londrina, Maringá. O Giba do Paraná. O Giba do Brasil. O Giba melhor jogador de vôlei do mundo. O Giba marido e pai. Todos estes nós já conhecíamos dos últimos dez ou quinze anos.

Neste 2010, nós conhecemos o Giba reserva. Isso mesmo, o craque da seleção brasileira de vôlei masculino foi banco nas conquistas da Liga Mundial e do Campeonato Mundial. Mas pergunte para o técnico Bernardinho e para os companheiros de time se ele não foi importante. Talvez tenha sido até mais.

Giba conheceu o mundo e conquistou-o como atacante, o chamado ponteiro passador - o cidadão que está ali, pronto para a recepção, e como se fosse um raio surgia no caminho do levantador para descer o braço nas cortadas ou explorar o bloqueio em jogadas táticas. Ninguém fazia isto melhor que ele.

Comparativamente “baixo” para os padrões do vôlei atual, o paranaense sempre compensou a pretensa falta de altura com uma impulsão impressionante, explosão nos ataques, competência defensiva e uma técnica que só um atleta brasileiro, fruto desta mistura incrível de raças, pode ter. Não era à toa a escolha de melhor jogador do mundo por várias temporadas.

Giba sempre foi o símbolo da geração mais vitoriosa do vôlei brasileiro. Passou de revelação a realidade, de realidade a gênio, de gênio a líder. Conviveu com seus ídolos, como Carlão e Giovane, com seu “espelho” Nalbert, com os contemporâneos André Nascimento, Rodrigão, Serginho e Gustavo, e hoje com duas gerações de sucessores (uma com Murilo e Bruninho, outra com Théo, Mário Júnior e Lucão, entre outros). Foi o capitão do time nos últimos títulos, compartilhando a honra com Rodrigão.

Com tantas glórias (dezessete títulos pela seleção) e toda a importância que tem, deve ter sido estranho para Giba sentir a sensação de virar reserva. É claro que não foi um processo imediato, foi uma história escrita aos poucos.

Primeiro, porque inevitavelmente, apesar da genialidade, Giba hoje tem 34 anos, completados no dia 23 de dezembro. No jogo baseado em força, velocidade e técnica que Bernardinho trabalha, a vitalidade de Dante e Murilo faz diferença.

Depois, pelo natural revezamento que há no esporte - no vôlei, ser titular ou reserva não é tão desesperador quanto no futebol. Mesmo assim, Giba poderia estrilar (“sou a estrela, tenho que jogar”). Mas fez o contrário.

Passou a ser uma espécie de segundo técnico do time. Era a segurança dos companheiros durante os pedidos de tempo, agitava a turma do banco para sempre estar pronto para jogar, passava orientações aos colegas com a bola em jogo.

Tudo com o aval de Bernardinho, que sabia com quem estava lidando - mestre e discípulo nunca se entenderam tão bem. “Nós jogamos unidos como um time e como uma família. É esta a razão da nossa vitória”, explicou o jogador após a conquista do Mundial, na Itália.

Giba se fez tão ou mais importante fora do de dentro da quadra. Deu lições de sabedoria -inclusive teve a elegância de ir ao público que fora basicamente para vê-lo no ginásio do Tarumã, no início de setembro, e explicar que o que acontecia ali era uma preparação para um campeonato mundial (foram três amistosos com a Polônia), e por isto ele não jogaria tanto quanto a torcida esperava. A galera sofreu, mas entendeu. Talvez porque soubesse que Giba não vai deixar passar essa paixão dos paranaenses pelo vôlei.

Fonte:Fonte:Paraná On Line



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Liga Mundial: Rio, Belo Horizonte e São Paulo receberão jogos da seleção

Atual campeão, Brasil atuará diante de sua torcida a partir do dia 4 de junho

A seleção comandada pelo técnico Bernardinho jogará os confrontos contra Polônia, Estados Unidos e Porto Rico, válidos pela fase intercontinental Liga Mundial 2011, em três cidades brasileiras: Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo, respectivamente. O Brasil é o atual campeão da competição e buscará seu décimo título.

Os primeiros jogos em casa serão no Rio, nos dias 4 e 5 de junho. Em seguida, será a vez de os torcedores mineiros apoiarem a equipe: 11 e 12. Nos dias 18 e 19, os paulistas poderão ver o time em ação. Todas as partidas serão realizadas às 10h e terão transmissão da TV Globo.

Antes dos jogos em território nacional, a seleção fará a sua estreia na competição contra Porto Rico, entre os dias 27 e 29 de maio, na casa do adversário. Depois de três finais de semana consecutivos diante de sua torcida, os brasileiros jogarão duas rodadas no exterior. Entre os dias 24 e 26 de junho, enfrentarão os americanos e, no período de 29 de junho e 1º de julho, medirão forças com os poloneses.

Além de Brasil, Estados Unidos, Porto Rico e Polônia, outras 12 equipes estarão na disputa da taça. No grupo B, estão Rússia, Bulgária, Alemanha e Japão. A chave C é composta por Sérvia, Argentina, Finlândia e Egito. Cuba, Itália, França e Coreia do Sul formam o grupo D.

Finais serão na Polônia

Em 2011, as finais da Liga Mundial serão realizadas em Gdansk, na Polônia, entre os dias 6 e 10 de julho. Esta será terceira vez que o país sediará a decisão do torneio. Nas duas anteriores, em 2001 e 2007, o Brasil subiu no lugar mais alto do pódio, na cidade de Katowice.

O sistema de disputa da fase final foi modificado com relação aos anos anteriores. O número de classificados aumentou de seis para oito times. Os dois primeiros colocados de cada grupo estarão classificados para as finais. Eles formarão dois grupos de quatro equipes cada, e as duas melhores passarão para as semifinais. Se a Polônia, país sede, não conseguir a classificação, a equipe ocupará a vaga do pior segundo colocado.

Fonte:Fonte:Globo Esporte